É VIDA? Então vive sem limites, mas... COM VALORES!

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Não há vida sem água, mas de nada serve a água se não houver vida.

"dar um pouco mais"

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sábado, 28 de janeiro de 2012

Desafio - Não dizer Mal

 Não dizer mal cria correntes de união que nos vão ajudar nas dificuldades

O desafio parecia simples – durante 24 horas, devíamos procurar não dizer mal de ninguém.
Voltámos a nossas casas, dispostos a cumprir com o prometido e pouco conscientes da sua importância. 
No dia seguinte, nos breves minutos entre a casa, a escola e o trabalho, pedimos-Te Senhor, que nos ajudasses a não falhar…  
Quando fizemos o balanço do dia, reconhecemos a dificuldade do desafio e o número de vezes que tinha soado, nos nossos corações, um sinal de alerta. 
Estamos demasiado habituados a criticar tudo e todos; a ter um olhar impiedoso sobre os outros, a alimentar ironias e a descobrir as fragilidades de quem está à nossa volta.
Neste dia, eu Te peço que me ajudes a contrariar este modo de viver; eu Te peço que me ajudes a ter um olhar novo e limpo que me faça descobrir o belo e o bom que existe em cada um de nós.
E, no fim...
 seremos felizes e alegres
Isabel Figueiredo
oiapontoponto

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Respeito pelas pessoas e sua dignidade

Em tempo de crise, cada vez mais há "penedos de saudade" 
dos tempos em que o respeito ditava leis

Na vida quotidiana acontecem ao nosso lado
muitos pequenos dramas humanos de que não nos apercebemos.
Há dias, num transporte público, alguém falava das circunstâncias concretas do seu trabalho, com que ganha o sustento de cada dia.

Mesmo sem querer, ouvi falar de exploração no salário, abuso de poder, insensibilidade face à situação real das pessoas, muito pouco sentido da dignidade humana.
A situação de crise não justifica muita coisa que acontece.

E precisamente nestas circunstâncias mais difíceis
é que se torna necessário que venham ao de cima
padrões e exigências mínimos de respeito pelas pessoas
e sua dignidade.

É um dever elementar de justiça 
e de fraternidade

rr
oiapontoponto

"Barrigas de aluguer"

Existe em cada homem e mulher a capacidade para amar e optar pela Verdade, a disponibilidade para reconhecer o bem e responder a Deus na fé. 
Tudo parece harmonioso quando a natureza dá asas ao vento

Mas existe, também, a tendência contrária ao amor, que é a tendência para o egoísmo, para a pessoa se fechar em si mesma, centrar-se nos seus interesses, ao ponto de optar pelo mal. 
E, assim, o que nos espera, pode não ser o melhor...
"vem lá tempestade"
Facilmente se apanha a "onda" das facilidades e do egoísmo

Assim se joga a liberdade: ou a pessoa reconhece que não é o centro do mundo e que o verdadeiro amor implica humildade e necessidade de se purificar e pedir perdão, optando pela força positiva que brota de Deus; ou, pelo contrário, a pessoa continua centrada em si mesma e no seu umbigo, deixando-se arrastar por uma espécie de força de gravidade que puxa para baixo, que suja a alma e se reflecte, necessariamente, no seu modo de viver e até mesmo na tentativa de mudar as legislações em função dos seus caprichos.  
É o que se passa com os argumentos em defesa das “barrigas de aluguer”.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Sei que fica bem entregue

Sei que fica bem entregue
tudo o que entrego nas tuas mãos.
Saúde?
Pão?
Futuro?
Alegria?
Só Tu sabes disso,
só tu não enganas, nem mentes, nem iludes, nem falseias.
Os mortais por muito polidos de alma, são incertos.
Tantas vezes dum herói sai um criminoso,
duma promessa  de palavra ou escrita sai um montão de falsidades e distorções.
Ensina-nos a conhecer os amigos
e a saber onde estão os inimigos,
e a confiar por inteiro em Ti, em ti somente,
respeitando os homens e as suas limitações.
E que a traição nunca manche as nossas vidas
em gestos, palavras ou silêncios...
Pe. António Rego
oiapontoponto


domingo, 15 de janeiro de 2012

Pedaços de corda

Pedaços de corda
Uma noite de oração era a proposta e à porta daquela igreja, alguns jovens entregavam pequenas velas e pedaços de corda a todos os que chegavam.
Lá dentro sentia-se a agitação própria de quem sonhou e trabalhou para que algo acontecesse.

E para os jovens não há limites nem cuidados.


Mostraram as imagens mais duras da miséria no mundo e questionaram a nossa capacidade de permanecermos indiferentes ao que se passa à nossa volta.
Pediram-nos que déssemos nós naquelas pequenas cordas e bastaram alguns minutos, para se fazer uma única corda, uma teia, que uniu toda aquela assembleia, num sinal evidente de que só em comunidade faz sentido ser cristão. Pediram-nos que acendêssemos as pequenas velas e com elas traçaram uma cruz, num sinal evidente da Tua presença.


Pediram-nos que ouvíssemos histórias de vidas.
Vidas tocadas pela solidão, pela fome, pelo sofrimento.

Peço-Te que nos ajudes a transformar aquelas cordas em olhares atentos, aquelas velas em sorrisos, sem medo de estendermos as nossas mãos e abraçar quem sofre.

Peço-Te, Senhor, por todos aqueles jovens que numa noite fria e escura conseguiram fazer-nos sentir o calor da Tua presença, a luz luminosa da Tua vida.

Isabel Figueiredo

oiapontoponto