É VIDA? Então vive sem limites, mas... COM VALORES!

É VIDA? Então vive sem limites, mas... COM VALORES!
Não há vida sem água, mas de nada serve a água se não houver vida.

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Vem - Aparece - Dá-te, e, juntos, faremos os caminhos da vida mais agradáveis

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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Correr o Risco

CORRER O RISCO
Rir é correr o risco de parecer tonto.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender o braço para agarrar no outro é arriscar envolver-se.
Mostrar os próprios sentimentos é correr o risco de nos mostrarmos a nós mesmos.
Expor ideias ou sonhos diante de uma multidão é arriscar perdê-los.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é arriscar a morrer.
Ter esperança é arriscar a perdê-la.
Mas é preciso correr riscos! Porque o maior perigo da vida é não arriscar nada.
Se não fizeres nada, se não arriscares nada, a tua existência obscurece.
É provável que deste modo evites o sofrimento, mas não vais aprender, sentir, mudar, amar… nem viver.
Acorrentados a uma atitude de medo, convertemo-nos em escravos… e perdemos a liberdade.
Apenas és livre se arriscares.
Em “A Bússola Interior” de Alex Rovira

Neste dia de aniversário, um grande obrigado do
oiapontoponto

Muitos "dos", "das" e "des" salpicados de alguma sabedoria

Em dia de aniversário,
Muitos “dos”, “das” e “des” salpicados de alguma sabedoria:


De Oiã, para Oiã
De Oiã, para o mundo
Para que do mundo, possa vir para Oiã


De mim, para mim
De mim, para o grupo
Para que, do grupo, possa vir para mim


Da família, para a família
Da família, para a escola
Para que, da escola, possa vir para a família


Do fácil, para o fácil
Do fácil, para o complexo
Para que, do complexo, possa fazer o fácil


Mas ainda há mais “dos” e “das”,
“Dos”valores e dos amores
“Das” amizades e das maldades

Da resiliência e da persistência


Da prosa, com ponto
Do poema, sem conto
Para oia com ponto
Do ponto… para o oiapontoponto


Com estas palavras sem jeito
Algum tempo te tomei
Mais podia ser feito
Mas,... Desculpa... já acabei!

Assinado: oiapontoponto

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Pe Mário - OBRIGADO

OBRIGADO
Pe Mário
Olhe, andamos e estamos muito baralhados.
Um misto de sensações antagónicas nos assolam a alma e o ser.
Ainda incrédulos, impotentes e humanamente revoltados perante uma partida tão prematura do D. António Francisco, damos connosco a questionar internamente os desideratos deste Deus, que acreditamos sempre omnipotente, omnipresente e omniconsciente. Constatamos que a nossa fé é mesmo de barro.
Nesta hora dura de partida, toda a gente elevou as qualidades do D. António. Bem. Justo.
Objectivamente: deixou-nos fulminantemente devido a ataque cardíaco.
Como assim se parecia transbordar serenidade e calma acolhedoras?
Perguntamos: mas quem somos nós para questionar os desígnios de Deus?
Resignados, mas algo duvidosos, lá nos lamentamos; a vida é mesmo assim.
Resta-nos o conforto da saudade, do sorriso espontâneo acolhedor e do afago da sua bondade, assim como o aroma agradável e a brisa suave que deixou entre nós.
Sabendo o carinho especial que sempre dedicou à nossa paróquia, indagamo-nos se, de alguma forma, contribuímos para debilitar o coração do D. António. Oxalá que não. Só ele saberá.
De facto era um homem bom!
É neste misto de angústia e gratidão que chegamos ao dia de hoje; dia em quem faz nove anos que o Pe Mário tomou posse como Pároco da Paróquia de Oiã pelas mãos do D, António.
É nossa opinião que, ingratos, por jeito e defeito, nós, os portugueses, só relevamos, agradecemos e reconhecemos o trabalho de alguém que se entrega a causas, somente depois da sua partida. Lá diz o povo "atrás de mim virá, quem de mim bom fará".
Por isso e não só, hoje e por este meio, lhe dizemos OBRIGADO.
Obrigado pela sua sabedoria no manuseamento do leme desta barca nada fácil que é a Paróquia de Oiã.
Lá diz a canção:
Não fiques na praia com o barco amarrado, e medo do mar
Tudo aqui é miragem, mas na outra margem alguém a esperar
Ninguém te ensinou, mas no fundo tu sentes asas p'ra voar
Nem que o céu se tolde e as nuvens impeçam, tu não vais parar

Amigo:
Hoje, mais do que nunca, e até porque estamos debilitados emocionalmente sabendo que a vida, às vezes, injustamente, é breve, é dia de agradecer o dom da vida que Deus deu ao Pe Mário e os talentos que "investiu" em si, e que, sabiamente tem colocado a render nos corações dos seus paroquianos.
Hoje é dia de, braços abertos ao céu, em comunhão com a Cruz em dia de sua exaltação, bem-dizer o nosso Deus pela vocação que fez germinar e consolidou em si.
Hoje é dia de, no silêncio da oração, pedir ao mesmo Deus que lhe continue a dar força e perseverança na condução do povo que lhe confiou.
Um muito, muito obrigado
oiapontoponto


terça-feira, 12 de setembro de 2017

D. António - Muito Obrigado por ter estado entre nós

D. António Francisco dos Santos
D. António,
Neste momento de partida para junto do PAI, agradecemos todo o carinho e afabilidade que sempre nos dispensou.
Bátegas de tristeza nos invadem a alma por partida tão prematura.
Ondas de Alegria e Agradecimento nos emergem por termos tido o privilégio de, muito de perto, privar com o D. António e aprender com ele como são belas e profundas as coisas simples.
MUITO OBRIGADO.












sábado, 20 de fevereiro de 2016

Içar de Velas

Içar de Velas
Velas ao vento desta caravela da vida.
Na Sagres, organizam-se em grupos: 
Gurupês, Traquete, Grande e Mezena. 
Elas são a vela de Estai, Bujarrona e Giba, ou até Velacho, Gávea e Joanete (não o do pé!)
Na caravela da vida, o mesmo acontece; os grupos, perfeitamente identificados, estão aí; os movimentos dão de si e os políticos mandam por mim e por ti.
Vão-se içando velas; de trabalho, entrega e dedicação; mas também velas de ira, egoísmo e traição.
Velas de amor e de compreensão, de perdão, de alegria, de serenidade e de sinceridade; mas também velas de guerra, desprezo e maldade.
Velas de solidariedade, de respeito e caridade. Velas paz e muita amizade.
Como é belo o içar das boas velas!
Espraiando-se pelo mar dentro, sobem todas ao mesmo tempo, em uníssono movimento silencioso, mas num ruído de harmonia que cristaliza a vista.
Até parece que são elevadas por qualquer mecanismo eletrónico computorizado.
Não!
É a força e o sincronismo dos bons marinheiros que pintam tão belo quadro.
Todos são precisos! 
E que nenhum se deixe adormecer pelo embalar das ondas.
Basta que um falhe, para que a pintura fique “borrada” e todos são afetados, desde o Almirante ao Grumete.
Todavia, em caso de erro, falha ou outro contratempo, mais importante que fazer diagnósticos desalentadores, cáusticos e corrosivos, importa, ver onde esteve o erro, desbloquear o problema, ultrapassá-lo com salpicos de tolerância, boas doses de exigência, sensatez, recato e discrição, temperadas com o sabor aromático, mas incisivo, do compromisso, de incentivo, de confiança e de cooperação.
O mesmo acontece na Caravela da Vida, onde, cada vez mais, é necessária uma cultura de princípios morais e éticos para uma sã convivência entre todos.
O mundo ser melhor, não depende dos outros; depende de mim, de ti; depende de todos.
Ou seja, estamos em rede e dependemos dessa rede de que fazemos parte.
Somos dependentes!
Continuar Mudar Mudando, se possível para melhor, mesmo que às vezes cansados; desalentados; desapontados.
Que possamos continuar a… Içar a Vela da “boa” Dependência!

oiapontoponto na passagem do seu sexto aniversário