É VIDA? Então vive sem limites, mas... COM VALORES!

É VIDA? Então vive sem limites, mas... COM VALORES!
Não há vida sem água, mas de nada serve a água se não houver vida.

"dar um pouco mais"

Vem - Aparece - Dá-te, e, juntos, faremos os caminhos da vida mais agradáveis

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sábado, 14 de abril de 2012

Os sinos de toda a freguesia choraram pelo Sr. Manuel Sacristão

O Sr. Manuel Sacristão partiu de entre os vivos. 
Neste dia em que desceu à terra, é de toda a justiça, deixar aqui um vendaval de palavras de gratidão.
Gratidão pelos quarenta anos que dedicou à paróquia, servindo cinco párocos, Padre Marques Dias, Padre Teixeira, Padre Carvalho, Padre Artur e Padre Mário.
Gratidão pelo disponibilidade.
Gratidão pelo compromisso.
Gratidão pela competência.
Gratidão pela dedicação.
Gratidão pela sua sabedoria.
Gratidão pela sua alegria!

oiapontoponto


A nostalgia atacou as nossas incertezas

A Nostalgia fez das suas.
Inexplicavelmente e sem avisar, este estado de alma, veio de mãos dadas com o silêncio que impusemos a nós próprios na quaresma que acabou de terminar.
Gostamos de descobrir no mais recôndito dos esconderijos ou no mais elementar dos "postais" que a vida nos proporciona, motivos de satisfação e alegria.
Todavia, neste tempo, pairou a incerteza do esvoaçar amedrontado do passarinho, pousado na árvore despida e envelhecida. 
Será que vale a pena voar?
Observando por entre as árvores a grandeza do sacrifício Pascal, descobrimos que, muitas vezes, somos injustos, com tudo o que nos deram.
Deram-nos gratuitamente a vida; de igual modo, deram-nos o ar que respiramos, a luz que nos ilumina e a água que nos irriga. Deram-nos  pai e mãe, irmãos, amigos, conhecidos, saúde e alegria. 
Fortificados pelo alento do acreditar, lá continuamos calcorreando trilhos silenciosos e sinuosos, mas vestidos de esperança verdejante.
Será que vale a pena caminhar?
Será que a cruz faz mesmo sentido? Será que valeu a pena Alguém ter dado a vida por nós? 
E o que fazemos por merecer tal entrega?
Vento soprou e chuva caiu;
Mas nem um nem outro levou as nossas incertezas. Elas cá continuaram.
Será que vale a pena acreditar?
O silêncio ensurdecedor das cadeiras vazias, avivou mais incertezas. 
Descobrimos que, às vezes, estamos mais preocupados com a quantidade do que com a qualidade das coisas que nos enchem o coração e fazem dar sentido à vida.
Como fazer? Que rumo tomar?
Será que vale a pena persistir?
Mas, perante nuvens ameaçadoras, amedrontados pelo estrondo do trovejar, recolhemos ao interior do nosso íntimo, fizemos pausa nas ideias, dormimos sono profundo, na esperança de que, quando acordássemos, a borrasca já tivesse passado.
Será que vale a pena?
Abrimos a "pestana", franzimos o olhar, espreitámos a vida, espreguiçámos as ideias, abrimos horizontes e descobrimos que vale a pena ter incertezas, pois, só assim, damos verdadeiro valor às nossas certezas.
Ele está connosco!
oiapontoponto

domingo, 1 de abril de 2012

Com Ele vou chegar mais longe!

 As verdadeiras estrelas
São as que brilham dentro de nós
São as que nos dão calor e vida
São as que jamais poderão ser apagadas
São as que nos fazem ser pessoas
E crescer, crescer tanto, que um dia seremos, também nós,
Estrelas
Dessas estrelas que são estrelas verdadeiras
Que importa se é tão longe para mim, 
A praia onde tenho de chegar..., 
Se sobre mim levar constantemente, 
Pousada a clara luz do Teu olhar...

Luz terna e suave no meio da noite, 
Leva-me mais longe... 
Leva-me mais longe... 
Não tenho aqui morada permanente, 
Leva-me mais longe... 
Leva-me mais longe... 
Luz terna e suave no meio da noite, 
Leva-me mais longe... 
Leva-me mais longe... 
Não tenho aqui morada permanente, 
Leva-me mais longe... 
Leva-me mais longe... 
Nem sempre Te pedi como hoje peço, 
Para seres a luz que me ilumina, 
Mas sei que ao fim  terei abrigo e acesso 
Na plenitude Tua luz divina. 
Se Tu me dás a mão não terei medo
Meus passos serão firmes no andar
Luz terna suave leva-me mais longe
Basta-me um passo para aqui chegar

Luz terna e suave no meio da noite, 
Leva-me mais longe... 
Leva-me mais longe... 
Não tenho aqui morada permanente, 
Leva-me mais longe... 
Leva-me mais longe... 
Luz terna e suave no meio da noite, 
Leva-me mais longe... 
Leva-me mais longe... 
Não tenho aqui morada permanente, 
Leva-me mais longe... 
Leva-me mais longe

Ramos ao Alto

 Ramos ao alto... 
 uma celebração sempre Nova
 "Reconcilia-te - mesmo com quem te fez sofrer"
 A Família como suporte e...  
 ... passos firmes em caminho seguro
 Altar da união
 Braços alimentados pela força de Cristo elevam bem alto os ramos da fé e da esperança 
 O ano passado, abriram-se os guarda-chuvas por causa do sol intenso
 Hoje, pingos de água, abriram guarda-chuva sedentos
 Velhos e novos disseram presente
 "Inundados" pelos ramos, crescemos na fé
 "Protegidos", somos mais fortes
 A "entrega" de Cristo para nossa salvação
 Palmeiras, Alecrim e Oliveiras
 Este ano
 O ano passado...
 Este ano...
 Este ano...
 O ano passado
 Os mais velhos, como sempre, foram os primeiros a chegar, para...
 Nesta Quaresma, em Família, caminhamos para a Páscoa...
Com esperança, acompanhados pelo representante de Cristo em terras de Oiã

segunda-feira, 19 de março de 2012

O Pai tinha feições de homem feliz e realizado!


O Pai ajuda-nos a subir degrau a degrau a escada da vida

Feliz dia do Pai
Quando o sol ainda não tinha cessado o seu brilho
Quando a tarde engolia, aos poucos, as cores do dia e despejava sobre a terra os primeiros retalhos de sombra,
Eu vi que Deus veio sentar-se perto do fogão de lenha de minha casa.
Chegou sem alarde e retirou o chapéu da cabeça.
Buscou um copo de água, ao pote de barro,
Que ficava num lugar de sombra constante.
Ele tinha feições de homem feliz e realizado.
Parecia imerso em alegria, que é própria de quem cumpriu a sina do dia e, que agora, recolhe a alegria quotidiana que lhe cabe.
Eu olhava-o e pensava:
Como é bom ter Deus dentro de casa!
Como é bom viver essa hora da vida,
Em que tenho direito a ter Deus só para mim
Cair nos seus braços,
Mexer-lhe nos cabelos,
Puxar a caneta do seu bolso e pedir-lhe que Ele desenhasse um relógio, bem bonito, no meu braço
Mas aquele homem não era Deus
Aquele homem era o meu pai.
E foi assim, que eu descobri, que o meu pai, com o seu jeito finito de ser Deus,
Revela-me Deus, com o seu jeito infinito, 
de ser Homem.
Fonte: Paróquia de Oiã
O Pai, pega no remo e conduz a jangada dos sonhos de seus filhos e...

... põe sal, quanto baste, na salina das dificuldades da vida

oiapontoponto